Av. Rio Branco, 222 – Loja A, Nossa Senhora das Dores — Caruaru Seg. a sex. 8h–16h · Sáb. 8h–12h (81) 3137-1503

Exame oftalmológico

Exame de retina em Caruaru: mapeamento de retina

O mapeamento de retina é o exame do fundo do olho com a pupila dilatada. Com ele, o oftalmologista avalia a retina, os vasos e o nervo óptico, inclusive a periferia, onde começam muitos problemas que não dão sintomas.

Médico de costas examinando o fundo do olho da paciente com lente e oftalmoscópio de cabeça
Imagem ilustrativa.
Duração
Cerca de 1 hora, com a dilatação
Dilata a pupila?
Sim
Encosta no olho?
Em geral, não
Preparo
Vir acompanhado e não dirigir depois

O que é o mapeamento de retina

A retina é a camada sensível à luz que forra o fundo do olho, como o filme de uma câmera. É nela que a imagem se forma antes de seguir pelo nervo óptico até o cérebro. No centro da retina fica a mácula, responsável pela visão de detalhes, que usamos para ler, costurar e reconhecer rostos.

O mapeamento de retina, também chamado de fundo de olho com pupila dilatada ou oftalmoscopia binocular indireta, é o exame em que o oftalmologista observa toda essa região. Para isso, a pupila precisa ser dilatada com colírios: só assim é possível enxergar até as bordas da retina, que ficam escondidas quando a pupila está no tamanho normal.

O médico usa uma luz presa a uma faixa na cabeça e uma lente de aumento que segura em frente ao seu olho. Ele examina cada parte da retina e registra o que encontra, por isso o nome “mapeamento”.

Para que serve

  • Diabetes. A retinopatia diabética pode avançar sem sintomas. Quem tem diabetes deve fazer o exame do fundo do olho regularmente, em geral pelo menos uma vez por ano, ou no intervalo que o médico indicar.
  • Pressão alta. A hipertensão pode alterar os vasos da retina.
  • Miopia alta. Olhos com muito grau de miopia têm a retina mais esticada e maior chance de afinamentos e rasgos na periferia, que às vezes precisam de tratamento preventivo.
  • Moscas volantes e flashes de luz. O aparecimento de pontos pretos, “teias” ou clarões pode indicar descolamento do vítreo e, às vezes, rasgo ou descolamento da retina.
  • Degeneração macular relacionada à idade, doenças inflamatórias e tumores do olho.
  • Glaucoma, para avaliar o nervo óptico, junto com outros exames como a campimetria visual.
  • Antes de cirurgias, como a de catarata e a refrativa, e depois de traumas no olho.

Sinais de alerta: quando não esperar

Procure atendimento no mesmo dia se aparecerem de repente muitas moscas volantes, flashes de luz ou uma sombra, como uma cortina, cobrindo parte da visão. Esses sintomas podem indicar descolamento de retina, que precisa de avaliação rápida. Não espere uma consulta de rotina.

Como o exame é feito, passo a passo

  1. A equipe pinga colírios para dilatar as pupilas. Em geral, é preciso esperar de 20 a 40 minutos até a dilatação fazer efeito.
  2. Você fica sentado ou deitado e movimenta o olhar para onde o médico pedir: para cima, para baixo e para os lados. Assim ele examina cada parte da retina.
  3. A luz é forte e pode incomodar, mas dura pouco. Pode lacrimejar: é normal.
  4. Em alguns casos, o médico faz uma leve pressão na pálpebra com um pequeno instrumento para ver a periferia da retina. Pode ser desconfortável, mas não deve doer.
  5. Ao final, o médico explica o que encontrou ou registra no laudo.

O exame em si leva poucos minutos por olho. Contando a espera da dilatação, reserve cerca de uma hora.

Preparo

  • Venha acompanhado ou de transporte. Com a pupila dilatada, a visão fica embaçada e sensível à luz por algumas horas, e você não deve dirigir.
  • Traga óculos escuros para o caminho de volta.
  • Avise se você tem glaucoma de ângulo fechado, alergia a colírios ou se já passou mal com dilatação antes. Em olhos com ângulo estreito, o médico pode pedir uma gonioscopia antes de dilatar.
  • Traga a lista dos remédios que usa, o pedido médico e exames anteriores.
  • Mantenha seus remédios de uso contínuo, inclusive os da pressão e do diabetes, a menos que o médico oriente outra coisa.
  • Se usa lente de contato, traga o estojo: em geral é preciso tirá-la antes dos colírios.

Depois do exame

A visão de perto fica mais difícil e a claridade incomoda por algumas horas. O tempo varia de pessoa para pessoa e com o colírio usado. Evite dirigir, operar máquinas e fazer atividades que exigem visão precisa até o efeito passar. Planeje o dia: se possível, não marque compromissos de leitura ou de computador logo depois.

Se sentir dor forte no olho, dor de cabeça intensa com náusea ou visão muito turva que não melhora, procure atendimento. São situações raras, mas que precisam de avaliação.

Como entender o resultado

O laudo descreve a retina, os vasos, a mácula, o nervo óptico e a periferia. Expressões como “retina aplicada” ou “periferia sem alterações” costumam indicar exame normal.

Quando há achados, como microaneurismas no diabetes, afinamentos na periferia ou alterações do nervo óptico, o médico explica o significado e se é preciso tratamento, novos exames, como a tomografia de coerência óptica (OCT) ou a retinografia, ou apenas acompanhamento. Muitas alterações periféricas são comuns e só pedem revisão periódica.

Diabetes e retina: por que o exame regular importa

O excesso de açúcar no sangue, ao longo dos anos, danifica os pequenos vasos da retina. No começo, surgem pequenas dilatações e pontos de sangramento que não mudam a visão. Com o tempo, pode haver inchaço na mácula ou crescimento de vasos anormais, que sangram com facilidade. Quando a pessoa percebe a piora da visão, a doença muitas vezes já está avançada.

Por isso, quem tem diabetes, tipo 1 ou tipo 2, deve manter o exame do fundo do olho em dia mesmo enxergando bem. Controlar a glicose, a pressão arterial e o colesterol também ajuda a proteger a retina.

Mapeamento de retina em Caruaru, na Clínica Visão Prime

A Clínica Visão Prime fica na Av. Rio Branco, 222 – Loja A, em frente ao Banco do Nordeste, no bairro Nossa Senhora das Dores, no centro de Caruaru. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 16h, e aos sábados, das 8h às 12h.

Para agendar o mapeamento de retina, mande uma mensagem pelo WhatsApp (81) 99380-6575 com uma foto do pedido médico. Como a pupila será dilatada, combine com alguém para acompanhar você ou planeje a volta de transporte.

Perguntas frequentes

O mapeamento de retina dói?

Não. O colírio pode arder por alguns segundos e a luz incomoda, mas o exame não costuma doer.

Posso dirigir depois?

Não. A pupila dilatada deixa a visão embaçada e sensível à luz por algumas horas. Venha acompanhado ou de transporte.

Quem tem diabetes precisa fazer todo ano?

Em geral, sim: o exame do fundo do olho é recomendado pelo menos uma vez por ano para quem tem diabetes, ou com a frequência que o oftalmologista definir.

É igual ao fundo de olho da consulta?

Na consulta, o médico pode olhar o fundo do olho sem dilatar, o que mostra principalmente a parte central. Com a pupila dilatada, o mapeamento permite ver também a periferia da retina.

Criança pode fazer?

Pode. O médico avalia a indicação e adapta o exame à idade.

Texto: Redação da Clínica Visão Prime. Conteúdo informativo, atualizado em outubro de 2026. Revisão médica: A CONFIRMAR (oftalmologista, CRM-PE e RQE). Este texto não substitui a consulta com o oftalmologista.

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